sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Gastronomia no cinema 10


Histórias de Cozinha (Salmer Fra Kjøkkenet)

Um instituto de pesquisa sueco, para descobrir a cozinha ideal, mais prática, econômica e agradável, envia uma legião de técnicos para a Noruega, para testar protótipos de design revolucionário. Eles querem observar os hábitos dos homens solteiros na cozinha. Folke acampa na fazendo de Isak, um velho fazendeiro que não parece muito disposto a cooperar com o estudo.

País de Origem: Noruega / Suécia
Gênero: Comédia
Ano de Lançamento: 2003
Direção: Bent Hamer

Gastronomia no cinema 9


SEM RESERVAS
A comédia romântica “Sem Reservas” traz Catherine Zeta-Jones (“A Lenda do Zorro”) no papel de uma sistemática chef em um conceituado restaurante que vê sua vida abalada quando recebe a notícia da morte de sua irmã e que ela terá de cuidar da sobrinha de 9 anos. Abalada pela tragédia e com uma nova responsabilidade, a conceituada chef começa a perder espaço em seu trabalho para o jovem e barulhento “sous chef” (ou sub-chefe, para nós que não falamos francês ou freqüentamos este tipo de lugar) Nick, Aaron Eckhart (“Obrigado Por Fumar”). Mas a rivalidade inicial entre o perfeccionismo de Kate e a impulsividade de Nick rapidamente se transformam em romance, fazendo Kate repensar os valores pelos quais guiava sua vida.

"Ao olhar a capa do dvd de Sem Reservas a primeira impressão é que se trata de uma comédia romântica comum. Dois grandes chefs, Kate (Catherine Zeta Johnes) e Nick (Aaron Eckhart) são postos frente a frente e é claro que vai rolar algo. Seria simples se não fosse por Zoe (Abigail Breslin) a sobrinha de Kate cuja mãe morre e agora estará sob os cuidados da tia-chef. A maneira como o trio se relaciona e acabam por criar uma liga é a o grande ingrediente desse filme.

Gastronomia no cinema 8



Sabor da Paixão

Isabella (Penelope Cruz), uma jovem encantadora nascida com o dom especial de mexer com os paladares e corações dos homens de todos os lugares, decide se livrar do casamento sólido e da cozinha sufocante do restaurante do seu marido (Murilo Benicio) no Brasil. Parte então para São Francisco para realizar seu sonho de uma verdadeira carreira culinária. Depois de dar início a uma nova vida em uma nova cidade, Isabella junta-se à sua amiga de infância, Monica (Harold Perrineau Jr), que participa da jornada da chef para descobrir não apenas a sua paixão e potencial, mas a receita perfeita para levá-la ao topo.


Ficha técnica:
Gênero: Romance
Título original: Woman on Top
Ano: 1999
País de origem: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Duração: 91 min
Direção: Fina Torres
Elenco: Penélope Cruz, Murilo Benício, Harold Perrineau Jr., Mark Feuerstein, John De Lancie

Gastronomia no cinema 7


Simplesmente Martha

Martha (Martina Gedeck), com seu modo charmoso e obsessivo, cria verdadeiras obras de arte cozinhando num pequeno restaurante em Hamburgo. Apesar disso, seu cotidiano é monótono. Martha é muito introvertida e praticamente não possui vida própria, dedicando-se totalmente ao trabalho. Tudo isso muda quando sua irmã morre em um acidente, fazendo com que ela tenha de cuidar de Lina (Maxine Foerste), sua sobrinha de oito anos. É quando aparece Mario (Sergio Castellito), um extrovertido cozinheiro italiano que consegue trazer um pouco de alegria para as duas. No momento em que Martha e Mario começam um romance, o pai de Lina, que há muito tempo estava desaparecido, surge querendo levá-la para a Itália.

Ficha técnica:
Gênero: Romance
Título original: Mostly Martha/ Bella Martha
Ano: 2001
País de origem: Áustria, Alemanha, Itália e Suiça
Idioma: Alemão/Italiano
Duração: 105 min
Direção: Sandra Nettelbeck
Elenco: Martina Gedeck, Sergio Castellitto, Maxime Foerste, August Zirner, Ulrich Thomsen, Sibylle Canonica, Katja Studt, Idil Üner, Oliver Broumis, Antonio Wannek, Diego Ribon

Gastronomia no cinema 6


Ratatouille

Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau (Brad Garrett). Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini (Lou Romano), um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.

Ficha técnica:
Gênero: Desenho Animado
Título original: Ratatouille
Ano: 2007
País de origem: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Duração: 96 min
Direção: Jan Pinkava, Brad Bird
Vozes de: Brad Garrett, Patton Oswalt, Brian Dennehy, Janeane Garofalo, Ian Holm

Gastronomia no cinema 5


Quem Está Matando os Grandes Chefs da Europa?

O mistério transborda na trama quando se descobre que, um a um, os maiores Chefs da Europa estão sendo mortos. A parte intrigante dos assassinatos é que cada Chef é morto da mesma maneira que sua especialidade é preparada. Críticos gastronômicos e os (muitos) auto-denominados maiores Chefs da Europa exigem a resolução desse mistério.

Ficha Técnica:
Gênero: Comédia
Tìtulo original: Who Is Killing the Great Chefs of Europe?
Ano: 1978
País de origem: Estados Unidos, Itália, França
Idioma: Inglês
Duração: 112 min.
Direção: Ted Kotcheff
Elenco: George Segal, Jacqueline Bisset, Robert Morley, Jean-Pierre Cassel, Phillippe Noiret

Gastronomia no cinema 4


O Amor Está na Mesa

Jovem cozinheiro (Jason Lee) serve os mais requintados pratos na Marinha americana. Após discutir com um dos oficiais, ele termina por ser expulso da corporação e consegue uma vaga num dos mais badalados restaurantes da França, comandado por conhecido chef Louis Boyer (Eddy Mitchell) e sua filha Gabrielle (Irène Jacob).

Ficha técnica:
Gênero: Comédia
Título original: Cuisine Américaine
Ano: 1998
País de origem: França
Idioma: Francês
Duração: 94 min
Direção: Jean-Yves Pitoun
Elenco: Jason Lee, Eddy Mitchell, Irène Jacob, Isabelle Petit-Jacques, Sylvie Loeillet, Thibault de Montalembert, Anthony Valentine, Michael Muller

Gastronomia no cinema 3


Estômago

Raimundo Nonato foi para a cidade grande na esperança de ter uma vida melhor. Contratado como faxineiro em um bar, logo ele descobre que possui um talento nato para a cozinha. Com suas coxinhas, Raimundo transforma o bar num sucesso. Giovanni, o dono de um conhecido restaurante italiano da região, o contrata como assistente de cozinheiro. A cozinha italiana é uma grande descoberta para Raimundo, que passa também a ter uma casa, roupas melhores, relacionamentos sociais e um amor: a prostituta Iria.

País de Origem: Brasil / Itália
Gênero: Drama
Ano de Lançamento (Brasil / Itália): 2007
Direção: Marcos Jorge

Gastronomia no cinema 2


A Festa de Babette

Dois adolescentes vivem com o pai, um rigoroso pastor luterano, em um pequeno vilarejo da costa dinamarquesa. Em uma noite de 1871, bate à sua porta uma parisiense pedindo refúgio: Babette (Stéphane Audran) foge da repressão à Comuna de Paris e se oferece para ser a cozinheira e faxineira da família. Muitos anos depois, ainda trabalhando na casa, ela recebe a notícia de que ganhara uma fortuna numa loteria em Paris. Em vez de voltar à terra natal, resolve ficar e gastar o dinheiro em um autêntico jantar francês que oferece à comunidade, aproveitando para comemorar o centésimo aniversário do pastor. Seu banquete impressiona os convidados. Babette havia sido chef de cozinha e trabalhado no chique Café Anglais (que existiu de verdade). O diretor trata a comida como "forma de elevação espiritual". Baseado na história de Isak Dinesen. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1988.

Ficha técnica:
Gênero: Drama
Título original: Babettes Gaestebud
Ano: 1987
País de origem: Dinamarca
Idioma: Dinamarquês/Francês
Duração: 102 min
Direção: Gabriel Axel
Elenco: Stéphane Audran, Jean-Philippe Lafont, Gudmar Wivesson, Jarl Kulle, Bibi Andersson, Ebbe Rode.

Gastronomia no cinema.


Julie e Julia (Julie and Julia, de Nora Ephron – 2009)

Baseado em duas histórias reais, Julie & Julia intercala a vida de duas mulheres que, apesar de separadas pelo tempo e pelo espaço estão ambas perdidas… Até descobrirem que com a combinação certa de paixão, coragem e manteiga, tudo é possível.

A trama de Julie e Julia evolui na cozinha, mostrando a chef Julia Child (Meryl Streep) tentando publicar um livro com receitas francesas para americanos. Enquanto isso, anos depois, Julie Powell (Amy Adams) tem o objetivo de seguir todas as receitas do livro em 365 dias, passando por situações gastronômicas hilárias, buscando elevar sua auto-estima e completar um desafio em sua vida.

Destaque para a cena onde Julie é atormentada pela sua consciência ao ter que matar algumas lagostas ao som de Psycho Killer, do Talking Heads.

Coquetel de camarão


Gentee, essa receitinha é uma ótima entrada, refinada, e simples.
No caso, eu nao fervi os camarões na agua não, eu saltiei eles no azeite.

2 xícaras (chá) de água
1 colher (chá) de sal
20 camarões inteiros grandes sem casca, com cauda
1 frasco (250 g) de maionese HELLMANN'S light
6 colheres (sopa) de ketchup HELLMANN'S
3 colheres (sopa) de leite desnatado
2 colheres (sopa) de conhaque
2 colheres (chá) de salsinha picada

Modo de Preparo
1.Retire a casca dos camarões mantendo a parte da calda
2.Em uma panela média, ferva a água em fogo médio e junte o sal e os camarões
3.Cozinhe por 3 minutos ou até os camarões ficarem rosados
4.Escorra e reserve
5.Em uma tigela, misture a maionese HELLMANN'S light, o ketchup HELLMANN'S, o leite, o conhaque e a salsinha
6.Coloque em uma taça, distribua os camarões reservados e leve à geladeira por 30 minutos
7.Sirva a seguir

Chilli - México


Pra você que gosta de receber os amigos em casa, uma ótima idéia é preparar um chili bem apimentado, providenciar umas cervejas bem geladas e aproveitar o encontro! Essa receita é simples, barata e super saborosa. Fica ainda melhor se preparada um dia antes de ser servida.

Uma dica: mesmo que você não goste ou não tenha alguns dos temperos citados na receita, compre-os e tente utilizar! Você vai perceber que eles cabem também em outras receitas. Muitas vezes, temos preconceito na cozinha por coisas que não conhecemos!!
Faça e chame os amigos para provar!

Chilli
Ingredientes:
Para a carne:
2 colheres de sopa de óleo
300 g de patinho moído
1 cebola em cubos pequenos
2 dentes de alho em lâminas
1 lata de molho de tomate
1 folha de louro
1 colher de café de páprica doce
½ colher de café de pimenta síria
½ colher de café de cominho em pó
1 pitada de pimenta chilli em pó ( se não encontrar, usar 1 colher de café de pimenta calabresa)
1tablete de caldo de picanha
1 pitada de orégano
sal
pimenta do reino moída na hora

Para o feijão:
200 g de feijão carioca
1 folha de louro
2 dentes de alho inteiros
1 tablete de caldo de picanha

Modo de preparo
Feijão:
Em uma de pressão coloque o feijão, o louro, os dentes de alho e o caldo de picanha. Cubra com água uns 4 dedos acima do feijão.
Leve em fogo alto. Assim que começar a chiar a panela, abaixe o fogo e conte 40 minutos.
Após esse período, desligue o fogo, retire a pressão da panela e verifique o feijão. Se ainda não estiver cozido, volte um pouco para o fogo.
Reserve todo o feijão com o caldo.

Carne:
Em uma panela coloque o óleo e deixe esquentar bem. Acrescente a carne moída, não tempere pois o sal ajuda a carne a perder água. Deixe fritar, acrescente a cebola e o alho, refogue e tempere com sal, pimenta do reino, pimenta chili (ou calabresa), páprica, cominho, orégano e a folha de louro.
Coloque o molho de tomate e o tablete de picanha. Cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 10 minutos. Verifique o tempero.
Acrescente o feijão com o caldo do cozimento à panela com a carne. Cozinhe por uns 15 minutos até apurar bem o caldo (deve ficar grosso).
Se quiser sirva com guacamole e Doritos. Mas também pode ser servido com arroz branco!

Guacamole - México


Só posso dizer que....EU ADOROOOOO.....
Espero que gostem....

Ingredientes:
1 abacate maduro
½ cebola em cubos pequenos
1 tomate em cubos pequenos
1 dente de alho bem picadinho
suco de meio limão
coentro fresco
sal
pimenta do reino moída na hora

Modo de preparo:
Amasse o abacate com um garfo, misture a cebola, o alho, o tomate, o suco de limão. Tempere com sal, pimenta do reino e o coentro.

Então sirva com uns tacos, ou até com doritos mesmo... Convide os amigos e festeje a vida.

Coalhada Seca - Árabe


Bom como prometido, ai a receitinha da coalhada, fica uma delicia, pode usar para rechear quibes, em saladas, acompanhando o tabule, e em outras milhoes de coisas de acordo com seu paladar...
Espero que gostem.

COALHADA SECA


2 litros de leite fervido
1 copo de iogurte natural
Sal a gosto


Modo de Preparo
1.Primeiramente o tempo de preparo foi marcado 20 minutos como referência, porém, você precisará de dois dias ao todo para realizar esta receita que é bastante simples, dividida em 2 fases

Fase 1:
1.Após ferver o leite deixe-o amornar e quando estiver a uma temperatura em que você puder colocar o dedo (limpo) nele por 10 segundos, é sinal que está morno da forma correta (morninho)
2.Coloque então o copo todo do iogurte natural mexa para misturar de preferência em uma vasilha que possua tampa, tampe e enrole em uma toalha ou algo que abafe
3.Preferencialmente coloque dentro do forno (desligado) ou microondas, que ajuda a abafar ainda mais
4.O período que deve ficar é de um dia para o outro e temos a coalhada molhada
5.Desta forma já pode ser consumida como iogurte

Fase 2:
1.Pegue um escorredor de macarrão e forre com um saco de algodão limpo (pode ser um guardanapo de algodão) preferencialmente que tenha a trama bem fechada
2.Coloque o escorredor dentro de uma bacia ou algo do gênero, pois, escorrerá líquido
3.Jogue a coalhada em cima do saco ou guardanapo, tampe de alguma forma e coloque na geladeira por mais uma vez, de um dia para o outro, ou até que esteja com a consistência desejada, ou como sua paciência permitir
4.Tire da geladeira após o período escolhido, passe para outro recipiente
5.Acrescente o sal e mexa bem, até atingir o sabor (em termos de sal) que você desejar

Informações Adicionais
◦Se você pretende comer quibe cru com coalhada seca, aconselho que você comece a coalhada com mais antecedência do que fará o quibe, pois ele leva algumas horas e a coalhada pelo menos 2 dias.
A coalhada também pode acompanhar saladas.

Tabule - Árabe


Essa receita de tabule é otima e bem simples... Quando fiz, coloquei mais hortelã, e usei o trigo para quibe já temperado que é facil de encontrar em supermercados.
Já fiz o tabule servido em vez do alface, em tomates, ficou lindo, e muito saboroso.
Opçao de servir no tomate: Cortei o tomate na parte de cima, como se fosse uma tampinha, com uma colher tirei o miolo e sementes. Fácil, depois coloquei o tabule e um pouco de coalhada seca, vou postar a receita de coalhada seca.
Espero que gostem das dicas...

TABULE


Ingredientes
1/2 quilo de trigo para quibe
04 tomates
01 pepino
01 pimentão verde
06 folhas de alface lisa
01 cebola
02 folhinhas de hortelã
01 limão
sal
azeite

Modo de Preparo
Deixar o trigo de molho por aproximadamante uma hora.
Cortar em tamanho pequeno os tomates, o pepino, o pimentão, a
cebola, a hortelã e as folhas de alface.
Lave bem o trigo, escorra e disponha em uma tigela ou travessa
grande.
Misture os demais ingredientes, acrescente o sal a gosto, azeite
e o suco do limão, mexa bem e leve à geladeira até a hora de
servir..

Massa de panqueca sem leite.


Essa panqueca eu descobri em um dia de ´´desespero``rs.
Como moro sozinha, nao faço compras para o mes, sempre compro as coisas de acordo com que vou fazer.
Mas um dia já anoitinha, me deu uma vontade de comer panquecas, mas não tinha leite em casa, e a preguiça estava muito grande para ir comprar, resolvi recorrer ao meu amigo google, receita de panqueca sem leite, estava certa de que não acharia, mas... ACHEI ... e arrisquei. Para minha felicidade ficou deliciosa a massa, levinha, fininha, realmente um espetáculo.
Vou postar aqui para vocês.

Ingredientes

2 copos (americano) de água
2 ovos
2 copos (americano) de farinha de trigo
2 colheres de sopa de óleo
Uma pitada de sal

Modo de Preparo

1. Bata todos os ingredientes no liqüidificador por cinco minutos
2. Depois, faça as panquecas numa frigideira com teflon
3. Coloque o recheio de sua preferência (frango desfiado com catupiry, presunto e queijo, carne moída)
4. Arrume as panquecas num refratário junte o molho de sua preferência
5. Leve ao forno para aquecer
1. Informações Adicionais Obs.: se quiser panqueca doce, retire da massa o queijo ralado e o sal, e junte uma colher de sopa rasa de açúcar e uma pitada de canela. Fica uma delícia.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cachorro quente de forno.


Bom, estou postando algumas das receitas que eu ja fiz e recomendo...normalmente coisas rapidas e simples!(rs)
Esse cachorro quente de forno é muito bom, mas na verdade eu aproveito apenas a massa, pois é rapidinha e bem baratinha...
Já fiz esta massa como cachorro quente mesmo, ja fiz com brocolis e champignom, ja fiz com sardinha, sempre fica deliciosa, e leve.
A massa é bem liquida mesmo, quando vc dispoe o recheio ele afunda e se mistura na massa, nao se preocupe, fica muito bom mesmo assim!
beijos espero que gostem ...

Ingredientes para a massa:
-4 ovos
-3 xícaras (chá) de leite
-1 xícara (chá) de óleo
-Sal
-3 xícaras (chá) de farinha
-1 colher (sopa) de fermento em pó
-1 colher (sopa) de margarina

Ingredientes para o recheio:
-3 colheres (sopa) de azeite
-1 cebola
-1 dente de alho
-3 tomates ½ xícara (chá) de molho de tomate
-½ kg de salsicha
-1 colher (sopa) de mostarda
-1 colher (sopa) de catchup
-1 tablete de caldo de carne
-½ xícara (chá) de salsinha

Demais ingredientes:
-2 colheres (sopa) de farinha de rosca
-2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

PREPARO:
No liquidificador, coloque os ovos, o leite, o óleo e o sal. Em uma tigela, coloque a farinha de trigo e o fermento.

Em uma panela, coloque o azeite, a cebola, alho, o caldo de carne, os tomates, o molho de tomate, mostarda, catchup e salsinha.

Em uma assadeira untada, polvilhe farinha de rosca. Acrescente metade da massa, o recheio e o restante da massa. Por cima, polvilhe a mistura de queijo com farinha de rosca. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por 40 minutos.

Aneis de Cebola


Genteee, quem não gosta dequela cebola frita beeem crocante, sem massa?!
É um otimo tira gosto, muito barat e simples...

Já fiz seguindo algumas receitas, mas fiz umas adaptaçoes que ficou otimo...

vamos lá...

Voce corta a cebola em rodelas, nao muito finas nem muito grossas.reserve.
Em um recipiente, coloque cerveja. Neste mesmo local, tempere a cerveja, normalmente eu coloco orégano, sal e pimenta do reino ralada na hora.
em outro recipiente coloque farinha de trigo.

Agora em cada anel de cebola você passa na cerveja, e na farinha, e repete a operaçao, passando na cerveja e na farinha 2 vezes. Agora é só levar para fritar em oleo beem quente. e Prontinho...

Petit gateau de chocolate.


Entre inúmeras receitas de petit gateau, essa foi a que eu ameiii, saiu super saboroso, e lindo, indico essa receitinha sempre...muito boa!
Eu ja fiz várias variações dela, como: chocolate branco,chocolate com menta, salgado, brigadeiro ...
sempre gostoso
Vamos lá...
200 g de chocolate meio amargo
2 colheres de manteiga sem sal
1/4 de xícara de chá de açúcar2 colheres de sopa rasas de farinha de trigo
2 ovos inteiros(tirar a pele da gema)
2 gemas

Modo de preparo:

1.Derreta a manteiga e o chocolate em banho-maria
2.Bater os ovos e as gemas com açúcar na batedeira até ficar bem claro
3.Junte o chocolate derretido e a farinha de trigo, misturando com uma espátula
4.Depois, unte as forminhas de empadinha, passe trigo e coloque a massa
5.Pré-aqueça o forno e leve para assar de 6 a 10 minutos em fogo alto até os bolinhos crescerem, mas o meio deve ficar molinho
6.Deve-se desenformar quente
7.Diretamente no prato acompanhado com sorvete de creme

Dicionário Gastronômico - part 2

Dicionário Gastronômico - part 1



A imagem ta pequena, mas é só clicar nela q ela vai abrir direitinho!

Pratos típicos - Sul


No Rio Grande do Sul já é tradicional o churrasco, ou seja, carne bovina ou ovina, dispostas em espetos, temperadas basicamente com sal grosso e grelhadas em churrasqueiras, a base de carvão ou lenha. No estado de Santa Catarina, o interior é de forte influência alemã, e no litoral a presença portuguesa, onde é grande a utilização de peixes marinhos, camarões, e ostras. A comida tradicional do estado do Paraná é o barreado, carne cozida com legumes em panelas de barro, por vezes colocadas debaixo da terra para cozinharem sob o calor de lenha ou carvão, e comida com farinha de mandioca. Os pratos são sempre carregados de muita carne bovina e de vinhos, por conta da grande imigração italiana, que tem forte influência nos pratos.

Pratos típicos - Sudeste.


Em Minas Gerais, famosa pela denominada cozinha mineira, os pratos regionais incluem milho, carne de porco, queijo minas, o pão de queijo, o feijão tropeiro, angu, o tutu à mineira, elaborado a partir uma pasta de feijão cozido misturado a com farinha de mandioca, guarnecido com ovos cozidos ou fritos, e linguiça frita. Além das quitandas, que são biscoitos a base de polvilho, sequilhos, roscas, o famoso pão-de-queijo, e doces à base de laranja-da-terra, abóbora e mamão. Típico de Minas Gerais é a utilização das panelas feitas de pedra-sabão.

No estado de São Paulo uma comida típica é o virado à paulista, o qual é feito com arroz, tutu de feijão (massa de feijão com farinha de mandioca), couve-de-folhas salgada e pedaços de carne de porco. Na cidade de São Paulo é possível encontrar grande variedade de culinárias, da francesa à chinesa. A cidade de São Paulo é capital gastronômica de projeção internacional, pois lá existem pratos de diversas regiões do mundo. Os pratos tem principalmente forte influência libanesa, síria, italiana e japonesa.


Pastel.O prato local principal no Espírito Santo é a moqueca capixaba (a qual inclui principalmente peixe e tomates), diferente do prato baiano apenas no preparo, pois o último receberia azeite-de-dendê e leite de coco.Além de outras comidas saborosas que o Espírito Santo oferece, elaboradas a partir de frutos do mar, que são leves, combinando com o estado, de paisagens leves e bonitas, como a Torta Capixaba, tradicionalmente servida na Semana Santa. Os pratos tem forte influência indígena, como o uso da banana-da-terra.

No Rio de Janeiro, uma das comidas típicas é a feijoada, preparada com vários tipos de carnes suínas e bovinas, salgadas e embutidos e o feijão preto. Há também o tradicional filé com fritas, um prato a base de batatas-fritas e grandes bifes de filé bovino grelhados, como o Filé à Osvaldo Aranha, acompanhado de farofa, arroz branco e alho frito. Na cidade do Rio de Janeiro e em outras cidades do estado, se encontram variados tipos de restaurantes, com cardápios nacionais e de influência internacional. No Rio de Janeiro se consomem peixes cozidos acompanhados de pirão, conhecido como Peixada à Brasileira, ou ensopado como a Sopa à Leão Veloso, peixes na brasa ou fritos, muito consumidos nas áreas de banhos de mar, e também frango ou galeto assado na brasa. Os pratos cariocas tem a forte influência africana, indígena e portuguesa. Popularmente é muito consumido o refresco a base de chá mate, servido gelado

Pratos típicos - Centro-Oeste


A culinária de Mato Grosso tem influências da culinária africana, portuguesa, italiana, síria e com a migração dos últimos anos também de pratos típicos de outras regiões brasileiras. Pratos considerados bem mato-grossenses são: Maria Isabel (carne seca com arroz ) o Pacu assado com farofa de couve, a carne seca com banana-da-terra verde, farofa de banana-da-terra madura além do tradicional churrasco pantaneiro que se desenvolveu pelas longas comitivas de gado no pantanal. O peixe em Mato Grosso é um alimento farto, considerado como o principal nas áreas ribeirinhas. Ele pode ser comido frito, assado ou ensopado, recheado com farinha de mandioca ou servido com pedaços de mandioca. Os peixes de mais prestígio nas mesas locais são: o Pacu, a piraputanga, o bagre, o dourado, a cachara, a geripoca, o pacupeva, o pintado, etc.

O povo mato-grossense também aprecia o arroz com pequi, picadinho de carne com quiabo e a carne assada. Há ainda o Guaraná de ralar usado principalmente pelos mais velhos, cujo costume é de tomar pela manhã. Para o café da manhã, vale ainda destacar o Bolo de Arroz e o Bolo de Queijo.

Podemos destacar a variedade de doces e licores apreciados pelos mato-grossenses. Temos como os mais famosos o Furrundu (doce feito de mamão e rapadura de cana), o doce de mangaba, o doce de goiaba, o doce de caju em calda, o doce de figo, o doce de abóbora, e outros. Como aperitivo temos o Licor de pequi, Licor de caju, Licor de mangaba, e outros.

O pequi é um fruto muito popular na culinária do estado de Goiás, comido geralmente com o arroz ou frango cozido. O Milho tem uma presença forte na culinária goiana. Colhido ainda verde, seus grãos podem ser cozidos na espiga e ingeridos desta forma, ou cortados e refogados. O milho verde é também o ingrediente principal de diversos pratos, como a Pamonha, o Angu e o Cural. Outro prato tradicional de Goiás é o Empadão Goiano, uma torta salgada sendo seu recheio composto de ingredientes variados e comuns da região, como o frango, a linguiça suína, o milho verde e outros. São muito apreciados os derivados da carne suína, como a linguiça, o torresmo, a pururuca e a feijoada. A culinária goiana teve e tem forte influência da culinária mineira, mas preserva sua identidade.

O estado de Mato Grosso do Sul, recebeu muita influência paraguiaia como a "sopa paraguaia", do nordeste, o uso da mandioca e da farinha torrada. Os pantaneiros tiveram grande influência na culunária também como a carne de caça (Tatu, Jacaré Anta). Também era muito apreciado o macarrão boiadeiro, uma espécie de sopa com pouco caldo.

Pratos típicos - Nordeste


A culinária nordestina é fortemente influenciada pela suas condições geográficas e econômicas ao longo da história, assim como pela antiga mistura das culturas portuguesa, indígena e africana, iniciada ainda no século XVI. As comidas quase sempre têm como ingredientes produtos vegetais, muitas vezes cultivados pelos índios desde muito antes da colonização portuguesa, carnes de gado bovino e caprino, peixes e frutos do mar, variando bastante de região para região, de acordo com suas características peculiares.

Pratos característicos da Região Nordeste incluem a tapioca, o vatapá, a moqueca (ambos com frutos do mar e azeite-de-dendê), o baião de dois (feito de arroz e feijão, com diversas variedades, geralmente incluindo também carne seca, queijo coalho, manteiga da terra ou nata), o acarajé (um bolinho de feijões brancos e cebola fritado no azeite de dendê recheado com camarões, pimenta vermelha, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio imaterial em 2004), o mugunzá (feito de feijão e milho, sendo doce em algumas áreas e, em outras, salgado, com lingüiça), caruru (quiabo e castanhas de caju, camarões, pimenta e alho), iguaria de origem indígena adaptado pelos escravos nos engenhos e servido aos orixás e o sarapatel. Os pratos tem forte influência africana.


Outras comidas tradicionais são a farofa, a paçoca, a canjica, pamonha, a carne-de-sol, a rapadura, a buchada de bode, o queijo coalho, o siquilho, o alfinim, a panelada, a maria-isabel, o carneiro cozido e a galinha à cabidela. Um bolo originário de Pernambuco, mas que posteriormente espalhou-se pelo país é o bolo de rolo, feito com farinha de trigo e recheado . No Maranhão, desenvolveu-se o cuxá com base em uma erva africana, a vinagreira, recebe ainda o caruru e a língua-de-vaca, outra erva.

A influência africana se estende principalmente pela costa de Pernambuco à Bahia. No restante da costa e no interior, há menos influência da culinária africana. Na costa, são comuns os mariscos, e, em toda a região, as frutas tropicais. As mais conhecidas são as mangas, mamões, goiabas, laranjas, maracujás, abacaxis, fruta-do-conde, e cajus (a fruta e a castanha), mas são muito consumidas também frutas menos frequentes, como o cajá, a seriguela, a cajarana, a pitomba e o buriti. O pequi é também comum em algumas partes do Nordeste, como no sul do Ceará, e é usado em comidas regionais. Diversas variedades de doce são comumente produzidas a partir dessas frutas tropicais, assim como mousses e bolos.

Pratos típicos - Norte




Os pratos do Norte do Brasil têm maior influência dos ingredientes indígenas. Pratos conhecidos incluem o picadinho de jacaré (prato feito com a carne do jacaré), o pirarucu de casaca, preparado com azeitonas, ovos e cheiro-verde, o tacacá, o açaí, o pato no tucupi, prato consumido geralmente na época do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, e a maniçoba.

Culinária do Brasil - Europeus e outros povos


Dos imigrantes chegados ao Brasil do século XIX ao início do século XX, como alemães, italianos, espanhóis, sírio-libaneses, japoneses, foram os alemães e italianos que deixam maiores influências na culinária nacional. Os alemães não muito numerosos, vindos de diferentes regiões da Alemanha e limitados ao Sul e Sudeste do país apenas reforçam o consumo de gêneros já utilizados pelos portugueses como a cerveja, a carne salgada, sobretudo de porco, e as batatas. Ao mesmo tempo em que mantêm o consumo de alguns gêneros como as salsichas, a mortadela, o toucinho e a cerveja, mostram-se adaptativos substituindo o que lhes falta da terra natal por matérias-primas locais. As comidas típicas da Alemanha não se difundem pelo país.

Os italianos por sua vez, em maior número e mais espalhados pelo território nacional conseguem impor as massas de farinha de trigo e os molhos. O macarrão italiano tornou-se alimento complementar, ao lado da farofa, do feijão, do arroz e das carnes. Além do macarrão, outras massas italianas foram trazidas como a pizza, o ravioli e a lasanha e outras comidas que não massas como os risottos e a polenta. Divulgaram também o sorvete como doce e sobremesa. Fortaleceram o gosto pelo queijo, usado em todas as massas, tanto que o queijo passa a ser consumido junto com doces e frutas, como com a goiabada, ou sozinho, assado.

Culinária do Brasil - Africanos


A alimentação cotidiana na África por volta do século XVI incluía arroz, feijão (feijão-fradinho), milhetos, sorgo e cuscuz. A carne era em sua maior parte da caça abundante de antílopes, gazelas, búfalos, aves, hipopótamos e elefantes. Pescavam pouco, de arpão, rede e arco. Criavam gado ovino, bovino e caprino, mas a carne dos animais de criação era em geral destinada ao sacrifício e trocas; serviam como reserva monetária. Preparavam os alimentos, assando, tostando ou cozendo-o e para temperar a comida tinham apreço pelas pimentas, mas também utilizavam molhos de óleos vegetais, como o azeite-de-dendê que acompanhavam a maioria dos alimentos.

O escravo era apresentado aos gêneros brasileiros antes mesmo de deixar a África, recebendo uma ração de feijão, milho, aipim, farinha de mandioca e peixes para a travessia. A base da alimentação escrava não variava de acordo com a função que fosse exercer, quer fosse nos engenhos, nas minas ou na venda. Essa base era a farinha de mandioca. Ela variava mais em função de seu trabalho ser urbano ou rural e de seu proprietário ser rico ou pobre. A alimentação dos escravos nas propriedades ricas incluía canjica, feijão-preto, toucinho, carne-seca, laranjas, bananas, farinha de mandioca e o que conseguisse pescar e caçar; nas pobres era de farinha, laranjas e bananas. Nas cidades, a venda de alguns pratos poderia melhorar a alimentação do escravo através dos recursos extras conseguidos. Os temperos usados eram o açafrão, o óleo de dendê e o leite de coco. Este último tem sua origem nas Índias e seria usado na costa leste da África já no século XVI, sendo trazido para o Brasil aonde é utilizado para regar peixes, mariscos, o arroz-de-coco, o cuscuz, o mungunzá e ainda diversos outras iguarias.

Prato apreciado no Brasil atualmente, o cuscuz era conhecido em Portugal e na África antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Surgido no norte da África, entre os berberes, ele podia ser feito de arroz, sorgo, milhetos ou farinha de trigo e consumido com frutos do mar. Com o transporte do milho da América ele passou a ser feito principalmente deste. No Brasil é por regra, consumido doce, feito com leite e leite de coco, a não ser o cuscuz paulista, consumido com ovos cozidos, cebola, alho, cheiro-verde e outros legumes.

Coisa Linda....

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Gastronomia Brasileira part 1

A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, e de outros povos, indígenas e africanos.[1] Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais. A feijoada, prato típico do país, é um exemplo disso.[2] Os escravos trazidos ao Brasil desde fins do século XVI, somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz. As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.

A alimentação diária, feita em três refeições, envolve o consumo de café-com-leite, pão, frutas, bolos e doces, no café da manhã, feijão com arroz no almoço, refeição básica do brasileiro, aos quais são somados, por vezes, o macarrão, a carne, a salada e a batata e, no jantar, sopas e também as várias comidas regionais.

As bebidas destiladas foram trazidas pelos portugueses ou, como a cachaça, fabricadas na terra. O vinho é também muito consumido, por vezes somado à água e açúcar, na conhecida sangria. A cerveja por sua vez começou a ser consumida em fins do século XVIII e é hoje uma das bebidas alcoólicas mais comuns.

História

Frutas brasileiras por Albert Eckhout.No período colonial os portugueses assimilaram os ingredientes dos nativos da África, Ásia e América para sobreviver em terras estranhas, mas também por curiosidade. No Brasil a produção interna de alimentos era limitada, pois a economia estava toda voltada para a exportação.

A culinária colonial constituinte das bases culinárias do país pode ser dividida em quatro correntes: a do litoral açucareiro; a do norte; a dos Bandeirantes que partiam de Vila de São Paulo do Piratininga; e a quarta, da pecuária.

No norte, os habitantes dependiam mais dos conhecimentos indígenas para sobreviver e para a coleta das drogas do sertão e, por isso, sua alimentação incluía pratos e ingredientes como a carne de peixes como o pirarucu, a carne de jacarés, tartarugas — além de seus ovos — e do peixe-boi do qual se fazia também a manteiga, e frutas.

Como o terreno próximo a Vila de São Paulo do Piratininga era inadequado ao cultivo da cana de açúcar, a economia voltou-se para o interior, para a procura de ouro, pedras preciosas e apresamento dos indígenas e, por isso, puderam desenvolver-se lavouras de subsistência. O sistema de plantação dos tupis — aonde se cultivam pequenas áreas estratégicas — foi aproveitado pelos viajantes: plantava-se uma área para que houvesse alimento na viagem de volta. A própria história influenciou a culinária de cada região.

Indígenas
A alimentação indígena tinha como alicerce a mandioca, na forma de farinha e de beijus, mas também de frutas, pescado, caça, milho, batata e pirões e, com a chegada dos portugueses, do inhame trazido da África.

Todos os povos indígenas conheciam o fogo e o utilizavam tanto para o aquecimento e a realização de rituais quanto para preparar os alimentos. As principais formas de preparo da carne eram assá-la em uma panela de barro sobre três pedras (trempe), em um forno subterrâneo (biaribi), espetá-la em gravetos pontudos e colocá-la para assar ao fogo — de onde teria vindo o churrasco do Rio Grande do Sul — colocá-la sobre uma armação de madeira até ficar seca para que assim pudesse ser conservada (moquém) ou algumas vezes cozê-la. No biaribiri colocavam uma camada de folhas grandes em um buraco e sobre elas a carne a ser assada e sobre essa carne ainda, uma camada de folhas e outra de terra, acendendo sobre tudo um fogueira
de onde teria surgido o modo de preparar o barreado do Paraná. Por vezes a carne cozida servia para o preparo de pirões, mistura de farinha de mandioca, água e caldo de carnes. Havia duas formas de prepará-lo, cozido ou escaldado. Na primeira, o caldo é misturado com a farinha aos poucos e mexido até ganhar consistência adequada, na segunda, simplesmente misturam-se os dois, resultando em um pirão mais mole.

Ao lado da farinha e do beiju, a caça era outra das principais fontes de alimento. As principais carnes eram as de mamíferos como o porco-do-mato, o queixada, o caititu, a paca, o veado, macacos e a anta, que servia a comparações com o boi, a anta estrangeira.Eram preparadas com pele e vísceras, o pêlo queimado pelo fogo e os miúdos, órgãos internos, depois retirados e repartidos.


Paçoca de amendoim.A pesca, de peixes, moluscos e crustáceos, era realizada com arco a pequenas distâncias, sem haver uma espécie mais apreciada que outras. Os maiores eram assados ou moqueados e os menores cozidos sendo o caldo utilizado para fazer pirão. Por vezes, secavam os peixes e socavam-nos até fazer uma farinha que podia ser transportada durante viagens e caçadas. A paçoca era produzida da mesma maneira, pilando-se a carne com a farinha de mandioca, alimento posteriormente adaptado com castanhas de caju, amendoins e açúcar no lugar da carne e transformado em um doce.

Para temperar o alimento usavam a pimenta ou uma mistura de pimenta e sal pilada chamada ionquet, inquitaia, juquitaia, ijuqui. Sempre era colocado após o preparo e mesmo comido junto com o alimento, colocando-se um naco de comida na boca e em seguida o tempero. O sal era obtido a partir de difíceis processos de secagem da água do mar, em salinas naturais — sal mineral — ou a partir da cinza de vegetais.

Entre os alimentos líquidos indígenas encontra-se a origem do tacacá, do tucupi, da canjica e da pamonha. O primeiro surge a partir do sumo da mandioca cozida, chamado manipueira, misturado com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta e sal e o segundo a partir da fervura mais demorada do mesmo sumo. A canjica era uma pasta de milho puro até receber o leite, o açúcar e a canela dos portugueses ganhando adaptações de acordo com o preparo, como o mungunzá, nome africano para o milho cozido com leite, e o curau, feito com milho mais grosso. A pamonha era um bolo mais grosso de milho ou arroz envolvido em folhas de bananeira. Fabricavam também bebidas alucinógenas para reuniões sociais ou religiosas como a jurema no Nordeste. Com seus ingredientes e técnicas a culinária indígena formaria a base da culinária brasileira e daria sua autenticidade,com a mandioca sendo o ingrediente nacional, pois incluído na maioria dos pratos.

A Gastronomia

A gastronomia é um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Um gastrônomo (gourmet, em francês) pode ser um(a) cozinheiro(a), mas pode igualmente ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo não só a forma como os alimentos são preparados, mas também como são apresentados, por exemplo, o vestuário e a música ou dança que acompanham as refeições.

Por essas razões, a gastronomia tem um foro mais alargado que a culinária, que se ocupa mais especificamente das técnicas de confecção dos alimentos. Um provador de vinhos é um gastrônomo especializado naquelas bebidas (e, muitas vezes, é também um gastrônomo no sentido mais amplo do termo).

O prazer proporcionado pela comida é um dos factores mais importantes da vida depois da alimentação de sobrevivência. A gastronomia nasceu desse prazer e constituiu-se como a arte de cozinhar e associar os alimentos para deles retirar o máximo benefício. Cultura muito antiga, a gastronomia esteve na origem de grandes transformações sociais e políticas. A alimentação passou por várias etapas ao longo do desenvolvimento humano, evoluindo do nômade caçador ao homem sedentário, quando este descobriu a importância da agricultura e da domesticação dos animais.

A fixação à terra trouxe uma maior abundância de comida, o que provocou um aumento demográfico que por sua vez levou a um esgotamento dos recursos e à consequente migração para novos locais a explorar. Houve apenas duas importantes excepções na história antiga: o Egipto e a Mesopotâmia, devido à fertilidade trazida pelas águas dos rios Nilo, Tigre e Eufrates que se mantiveram constantes ao longo dos anos.

A riqueza proporcionada pela abundância trouxe a curiosidade pela novidade e pelo exotismo. O homem teve então necessidade de complementar a sua dieta com alimentos que localmente não tinha, dando origem ao comércio levado a cabo por alguns homens que continuaram nómadas para que muitos outros se pudessem fixar à terra. O homem que viajava, o comerciante, não só levava aquilo que faltava como introduzia novos alimentos, criando necessidades imprescindíveis ao desenvolvimento do seu negócio. O transporte de alimentos provocou a necessidade de aditivos: por exemplo, o aroma da resina de alguns actuais vinhos gregos foi induzido pelo facto de se utilizar a resina em tempos remotos para tratar os odres de cabra que continham o vinho.

A humanidade cedo se apercebeu das virtudes da associação de certas plantas aromáticas aos alimentos para lhes exaltar o sabor, contribuir para a sua conservação e permitir uma melhor e mais saudável assimilação por parte do corpo. Muitas guerras se fizeram pela apropriação de recursos alimentares que de uma forma geral são escassos e que determinam o poder para quem domina a gestão desses recursos. A título de exemplo, a busca das especiarias foi um dos factores que contribuíram para a queda do Império Romano e quando a Europa parte para os Descobrimentos Marítimos tem como móbil o controlo da rota das especiarias que implicou a colonização e o esclavagismo renascentistas.

A arte do prazer da comida motivou génios como Leonardo da Vinci, inventor de vários acessórios de cozinha, como o célebre "Leonardo" para esmagar alho, regras de etiqueta à mesa, para além de novas receitas. Percursor da nouvelle cuisine, Da Vinci fundou com outro sócio o restaurante "A Marca das Três Rãs" em Florença. A gastronomia despertou curiosas sensibilidades em músicos como Rossini e em escritores portugueses e estrangeiros. Camilo Castelo Branco era avesso a descrições mas não resistiu a descrever um saboroso caldo verde, enquanto que Eça de Queirós tem inúmeras menções a restaurantes nas suas obras. O culto dos prazeres da mesa chegou ao ponto de fazer com que os aficcionados se juntassem em associações gastronómicas como a belga "Ordre des Agathopédes" em 1585, a francesa "Confrérie de la Jubilation" ou o português "Clube dos Makavenkos" em 1884, para além de exemplos mais recentes como o Slow Food, que em reacção ao Fast Food tem como símbolo um caracol.

O primeiro tratado sobre gastronomia foi escrito por Jean Anthelme Brillat-Savarin, um gastrônomo francês que, em 1825, publicou a “Fisiologia do Paladar”, cujo título completo em francês é Physiologie du Goût, ou Méditations de Gastronomie Transcendante; ouvrage théorique, historique et à l'ordre du jour, dédié aux Gastronomes parisiens, par un Professeur, membre de plusieurs sociétés littéraires et savantes. Por este título que, em português poderia ser traduzido como "Fisiologia do Paladar ou Meditações sobre a Gastronomia Transcendental, obra teórica, histórica e actual, dedicada aos Gastrônomos parisienses, por um Professor, membro de várias sociedades literárias e científicas", pode considerar-se a gastronomia como uma ciência ou uma arte.

No entanto, não se deve confundir esta ciência com a nutrição ou a dietética, que estudam os alimentos do ponto de vista da saúde e da medicina, uma vez que a gastronomia é estritamente relacionada ao aspecto comercial (no que diz respeito à preparação de comida em restaurantes) e cultural (no que diz respeito ao estudo desta ciência).